CNA debate regularização de terras

21/11/2018 – A Comissão Nacional de Assuntos Fundiários da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu nesta terça (20), em Brasília, para debater o processo de demarcação de terras públicas pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU).

De acordo com o vice-presidente da Comissão, Paulo Dias, a SPU tem obrigação legal de fazer a regularização das terras pertencentes à União, com base em arcabouço jurídico. Porém, o processo tem preocupado produtores rurais que também possuem títulos de propriedade emitidos pelo Estado.

“O que tem ocorrido é que a simples notícia da presença da SPU em algumas áreas dá a entender que elas serão desapropriadas, o que não é verdade. Então para esclarecer algumas dúvidas e tranquilizar o produtor, nós convidamos alguns representantes da Secretaria”, disse Paulo.

Outro assunto discutido no encontro foi a regularização fundiária do Programa Terra Legal, da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead). Segundo o vice-presidente da Comissão, ainda existe muita burocracia, custos altos e falta de técnicos para legalizar as áreas.

“A ausência de corpo técnico para emitir os títulos tem sido um entrave para a regularização. Esse programa é fundamental, pois é a titulação que vai dar tranquilidade ao produtor para ele seguir produzindo com segurança”.

Fonte: Assessoria de Comunicação CNA/SENAR

PROTEÇÃO DE DADOS (LGPD)

Este formulário destina-se unicamente ao titular dos dados ou ao representante legal do titular dos dados, com o propósito de esclarecer dúvidas ou exercer os direitos estabelecidos na Lei Geral de Proteção de Dados. Solicitamos que preencha o formulário com atenção. Estamos à disposição para sanar quaisquer dúvidas.

Todas as informações coletadas por meio desta página serão utilizadas exclusivamente para o atendimento e registro da solicitação do titular. Qualquer comunicação realizada por meio deste canal será considerada autêntica e legítima, servindo como prova válida para expressar a vontade do titular dos dados.