30/11/2018 – Esta semana foi realizado em Nova Friburgo o Curso de Atualização em Cafeicultura, para os técnicos selecionados do Programa Bule Cheio, realizado pelo Sistema FAERJ em parceria com o SEBRAE desde 2010.

Na abertura estiveram presentes os presidentes dos Sindicatos Rurais de Nova Friburgo e Bom Jardim, Pércio Portz e Roberto Monnerat, respectivamente, que deram as boas-vindas para os técnicos e falaram sobre a importância da cultura do café para a região serrana e para o Estado do Rio de Janeiro.
O curso foi ministrado por José Braz Matiello, agrônomo, que atua na Fundação ProCafé, contando ainda com a participação de Maurício Salles, Coordenador do Programa de Assistência Técnica e Gerencial do SENAR Rio de Janeiro e de Paulo Roberto Bruno, produtor de cafés especiais no município de Nova Friburgo.
A capacitação abordou importantes temas, como: o panorama da produção de café no estado do Rio de Janeiro e no mundo; variedades de café; produção de mudas de café; adubação; podas; planejamento da colheita, entre outros.
Para Hugo Siqueira, Supervisor ATeG Café do SENAR Rio de Janeiro, o Estado é carente de capacitação, mas tem potencial:
“No Estado do Rio de Janeiro temos poucos técnicos capacitados, assim é também no restante do país, e a cafeicultura demanda de modernas técnicas para que o produtor consiga sobreviver e progredir na atividade. Como é de extrema importância, nessa segunda turma reunimos técnicos de diversos pontos do Estado, inclusive da região sul, que é muito voltada para o turismo e originária do ciclo do café, mas onde praticamente não o vemos. Então existe o potencial de lavouras, tanto para visita, quanto para a venda e muitas pessoas estão tendo esse interesse.”
Com a intenção de integrar os participantes, os técnicos Luciano Monteiro e Douglas Américo, que atuam no ATeG Cafeicultura do SENAR Rio de Janeiro, apresentaram seus trabalhos já realizados nas propriedades e suas experiências de campo.
Na quinta (29), foi realizada uma visita de campo à propriedade Sítio Humaitá, no município de Bom Jardim, a fim de que os técnicos pudessem visualizar as técnicas aprendidas no curso.