Sistema FAERJ/SENAR e Fundesa-Rio participam de treinamento para fortalecer vigilância contra doenças vesiculares

 

O vice-presidente do Sistema FAERJ/SENAR e presidente do Fundes-Rio, Maurício Salles, participou nesta segunda-feira (05/10) do treinamento sobre “Vigilância e Atendimento a Suspeitas de Doenças Vesiculares”. O evento está sendo realizado até sexta-feira (09/10), em Teresópolis.  Na ocasião, Mauricio falou sobre o Fundesa, explicando como funciona, quais são seus objetivos e de que forma ele contribui para o setor.

A capacitação é promovida pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca, Abastecimento e Desenvolvimento do Interior, em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária (PANAFTOSA) e o Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), e reúne cerca de 60 profissionais da Defesa Agropecuária.

A iniciativa busca aprimorar a atuação do Serviço Veterinário Oficial (SVO) na identificação, investigação e resposta a possíveis ocorrências, fortalecendo a capacidade técnica dos profissionais para agir de forma rápida e eficiente. A preparação ganha importância com a nova estratégia de prevenção da febre aftosa. No Rio de Janeiro, a vacinação foi encerrada em 2024, e a manutenção da condição sanitária passou a depender do fortalecimento das ações de vigilância e da capacidade de resposta dos serviços veterinários.

De grande impacto para a pecuária, a febre aftosa pode gerar consequências econômicas e comerciais significativas. Por isso, o Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA) estabelece diretrizes para prevenção, vigilância e resposta à doença. Com o fim da vacinação, a participação de produtores e demais integrantes da cadeia produtiva torna-se ainda mais importante.

Notificação é fundamental

Ao identificar sinais compatíveis com doenças vesiculares, o produtor deve comunicar imediatamente o Serviço Veterinário Oficial. A notificação rápida permite investigar o caso e, se necessário, adotar medidas sanitárias para proteger os rebanhos e a produção pecuária.

O texto foi publicado com supervisão de Mayra Salsa (Jornalista) 

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